sexta-feira, 6 de julho de 2012

Características Principais de um Ataque de Pânico

Muitas pessoas não sabem mas o que sentem é um problema real de ansiedade a que chamamos de ataques de pânico e que esse problema tem uma resposta muito boa à psicoterapia. 

Algumas pessoas têm vergonha ou medo de serem consideradas fracas se partilharem com outras pessoas, nomeadamente o médico e com a família mais chegada. Sofrem em silêncio, distanciam-se da família e dos amigos. Evitam o trabalho e o divertimento. Quanto mais depressa recorrer à psicoterapia mais eficaz é o tratamento.


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Características Principais de um Ataque de Pânico

Um ataque de pânico é um súbito período de ansiedade e medo intenso. O coração acelera muito e a respiração é difícil. As tonturas vêm logo de seguida e por vezes os formigueiros. As dores de barriga ou de estômago compõem o resto do mal-estar. O pensamento que surge é um medo aterrorizante de morrer ou de enlouquecer. 

Se não forem tratados, os ataques de pânico podem levar à Perturbação de Pânico e a outros problemas. Os ataques de pânico podem mesmo retirá-lo das suas actividades normais. 

Mas os ataques de pânico têm tratamento! Quanto mais depressa procurar ajuda, melhor! Com a psicoterapia, os sintomas de pânico podem reduzir ou eliminar e você recupera o controlo da sua vida. 


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Tipos de psicoterapia para Stress Pós-Traumático

EMDR. A EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) incorpora elementos de terapia cognitiva com estimulação bilateral dos hemisférios cerebrais. Está cientificamente comprovado que a estimulação bilateral funciona no "descongelar" do sistema de processamento de informação do cérebro, que é interrompido em alturas de stress extremo. Desta forma poderá libertar todos os sentimentos presos às memórias passadas. Redefinir o que pensa de Si e da situação e encarar a vida com mais controlo, autonomia, sentido de capacidade e valor próprio. A sua auto-estima aumenta, a confiança melhora e o peso das memórias desaparece.

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Tipos de psicoterapia para Stress Pós-Traumático

Terapia Familiar e Terapia de Casal. Uma vez que o Stress Pós-Traumático afecta tanto a si como àqueles que lhe são próximos, a terapia familiar e a terapia de casal são particularmente importantes. A terapia familiar e a terapia de casal ajudam aqueles que ama a compreenderem o que se está a passar consigo. Ajuda-o a si a comunicar melhor o que sente com quem ama. Quem passou por uma situação de trauma já paga uma factura pesada, não tem que pagar o imposto acrescentado das suas relações serem destruídas. 

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Tipos de psicoterapia para Stress Pós-Traumático

Terapia cognitivo-comportamental focada no trauma. A terapia cognitivo-comportamental para o Stress Pós-Traumático envolve uma atenção cuidada e gradual aos pensamentos, sentimentos e situações que estão associadas ao trauma. Todo este processo é feito como o máximo de empatia pela sua capacidade em falar acerca do que se passou e de como vive o que se passou. Com o máximo respeito pela implicação que isso tem na sua vida relacional, afectiva e profissional. Com esta forma de psicoterapia vai em breve adquirir uma perspectiva menos distorcida das coisas, de si, da vida e do futuro. 

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Psicoterapia para o Stress Pós-traumático

O tratamento para o Stress Pós-Traumático alivia os sintomas ao ajudá-lo a lidar com o trauma pelo qual passou. Ao longo da terapia irá explorar os seus pensamentos e sentimentos sobre o acontecimento traumático, explorar os sentimentos de culpa (sua ou dos outros) e falta de confiança que sente na sua vida, bem como aprender a lidar e controlar as memórias intrusivas, a abordar os problemas que o stress lhe causou na sua vida e nos seus relacionamentos pessoais e profissionais.

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Precisarei de ajuda se tiver Stress Pós-Traumático?

É natural querer evitar memórias e sentimentos dolorosos. Mas se fizer isso o Stress Pós-Traumático vai piorar. Não pode passar a sua vida a fugir das suas emoções, isto porque elas surgem sempre que menos espera, em alturas em que está mais stressado, ou a passar por momentos mais difíceis da sua vida, além de que é extremamente cansativo fazê-lo. Se passar a sua vida a evitar o que aconteceu, isso vai prejudicar as suas relações, a sua capacidade para trabalhar, para se divertir e para receber e dar o melhor de si aos outros.

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Precisarei de ajuda se tiver Stress Pós-Traumático?

Se você ou alguém próximo sofre de ansiedade de Stress Pós-Traumático, é importante que procure ajuda. Quanto mais cedo for ajudado, mais fácil é de ultrapassar o Stress Pós-Traumático. Se estiver relutante em procurar ajuda, esteja consciente de que o Stress Pós-Traumático não é um sinal de fraqueza. Este processo é muito mais fácil com o apoio e orientação de um psicoterapeuta experiente. 

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Sinais e sintomas do Stress Pós-Traumático

Embora todas as pessoas experienciem o Stress Pós-Traumático de forma diferente, existem três tipos principais de sintomas:
  • Voltar a viver o acontecimento traumático.
  • Evitar tudo o que lembre o acontecimento traumático.
  • Ansiedade aumentada e emoções exacerbadas.
  • Memórias intrusivas e angustiantes acerca do acontecimento traumático.
  • Imagens intrusivas ou Flashbacks (agir ou sentir como se o evento estivesse a acontecer de novo).
  • Pesadelos sobre o acontecimento evento ou outras coisas assustadoras.
  • Sentimentos de angústia intensa quando lembrado do trauma.
  • Reacções físicas intensas a lembranças do acontecimento (batimento cardíaco acelerado, respiração ofegante, náuseas, tensão muscular, transpiração).
  • Evitamento de acontecimentos, pessoas e momentos.
  • Sensação de dormência física e emocional.
  • Evitamento de actividades e lugares.
  • Evitamento de pensamentos ou sentimentos que o lembrem do trauma.
  • Amnésia selectiva ou incapacidade para lembrar aspectos importantes do trauma.
  • Perda de interesse em actividades ou na vida em geral.
  • Sentir-se desligado de outros e emocionalmente dormente.
  • Sensação de ter um futuro limitado (não espera viver uma vida normal, casar, ter uma carreira).
  • Dificuldade em adormecer ou manter o sono.
  • Raiva, irritabilidade ou ataques de fúria.
  • Dificuldade de concentração.
  • Hipervigilância ou constante alerta.
  • Sentir-se nervoso e facilmente assustado.
  • Sentimento de culpa e vergonha. Como se a responsabilidade do que aconteceu fosse da pessoa.
  • Abuso de drogas e álcool.
  • Sentimento de falta de confiança em si e nos outros.
  • Pensamentos de desconfiança e perseguição.
  • Depressão e desespero.
  • Pensamentos acerca de suicídio.
  • Sentimento de alienação dos outros e solidão.
  • Dores físicas.

Sinais e sintomas do Stress Pós-Traumático

Os sintomas do Stress Pós-Traumático podem surgir repentinamente, gradualmente, ou aparecer e desaparecer com o tempo. Por vezes, os sintomas surgem como se viessem do nada. Na realidade, o que sentimos não surge do nada, simplesmente a pessoa ainda não aprender a reconhecer o que activa esses sintomas. Pode ser um acontecimento da vida que relembra o acontecimento passado, um som, um cheiro, um comportamento de alguém, o que ouviu, ou viu. Ou pode ser o filtro mental que está entupido e o relembrar serve para alertar a pessoa que necessita de ajuda a processar esse acontecimento. 

Diferença entre Stress Pós-Traumático e a resposta “normal” a um acontecimento traumático

Uma reacção normal ao acontecimento traumático transforma-se em Stress Pós-Traumático quando fica a pessoa fica “presa” nesse acontecimento. 

Após uma experiência traumática, a mente e o corpo ficam em choque. Mas à medida que fazemos sentido daquilo que aconteceu e processamos as nossas emoções, melhoramos. Quando a pessoa tem Stress Pós-Traumático, no entanto, permanecemos em choque psicológico. A memória do que aconteceu e os sentimentos sobre o mesmo consomem todos os recursos mentais disponíveis para o resolver e isso faz com que as pessoas fiquem desligadas para os acontecimentos “normais” da vida. De forma a ultrapassar, é necessário que a pessoa aprenda a sentir e lidar com as nossas memórias e emoções de uma forma diferente.




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Diferença entre Stress Pós-Traumático e a resposta “normal” a um acontecimento traumático

Para a algumas pessoas estes sintomas são de curta duração. Podem durar vários dias ou mesmo semanas, mas desaparecem gradualmente. Para outras pessoas os sintomas não diminuem. Não se sente melhor com o passar dos dias. Pode, aliás, começar a sentir-se pior. Não se trata de nenhuma fraqueza de carácter ou de personalidade. Não se trata de como a pessoa “deveria” reagir a esses acontecimentos e não o está a fazer. Não se trata de como as outras pessoas regem habitualmente e a própria pessoa não o consegue fazer. Trata-se sim de uma dificuldade do filtro mental que está fora da consciência e portanto do controlo imediato da pessoa em processar esses acontecimentos difíceis. 


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Diferença entre Stress Pós-Traumático e a resposta “normal” a um acontecimento traumático

Apesar de estas reacções serem normais a acontecimentos anormais e extraordinários, deve procurar apoio psicológico profissional. O motivo para o fazer é lógico. Evitar que as memórias traumáticas fiquem presas no seu cérebro. O que se passa é que o seu cérebro está a ter uma dificuldade natural em processar essas memórias difíceis. Existem técnicas muito eficazes para facilitar que o seu cérebro faça esse trabalho. A imagem de como isto funciona é a seguinte: Imagine que o cérebro funciona como um filtro para todas as situações da vida. Quando essas situações são difíceis o filtro entope. Por vezes demora um certo tempo para que o filtro absorva todos esses acontecimentos. Enquanto o filtro está entupido com esses acontecimentos, não estará a filtrar outros. É por esse motivo que a pessoa sente um desligar da vida após um acontecimento traumático e que tenha a sensação de re-experienciar todo o acontecimento como se estivesse a vive-lo novamente. Impõe-se nestas situações que a pessoa utilize técnicas adequadas que ajudem o filtro a peneirar esses acontecimentos difíceis. 


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Diferença entre Stress Pós-Traumático e a resposta “normal” a um acontecimento traumático

Os acontecimentos traumáticos que levam ao desenvolvimento de stress pós-traumático costumam ser tão esmagadores e assustadores que deixariam qualquer pessoa angustiada, perdida e desamparada. 

Após um acontecimento traumático, toda a gente experiencia, pelo menos alguns dos sintomas de Stress. 

Quando a sensação de segurança e confiança é quebrada, é normal sentir que está a perder a razão, que está a enlouquecer, a sentir-se desligado ou entorpecido. É muito frequente passar a ter pesadelos, sentir medo e dormência, a ter dificuldade em parar de pensar no que aconteceu. A sua ansiedade aumenta nos dias posteriores ao acontecimento.




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Acontecimentos que podem levar ao Stress Pós-Traumático

São várias as situações que podem levar uma pessoa a desenvolver Stress Pós-Traumático, no entanto, em Portugal e nos dias de hoje as situações seguintes são as mais frequentes: 

  • Negligência na infância; Abandono; Rejeição; Maus tratos fisicos e psicológicos
  • Morte de um familiar
  • Disagnóstico ou tratamento de doença crónica do proprio ou familiar
  • Violência física ao próprio ou familiar
  • Acidente de viação; Atropelamento
  • Agressões ao próprio ou como testemunha
  • Abuso sexual ao próprio ou como testemunha
  • Rapto ou roubo ao próprio ou como testemunha
  • Desastres naturais ao próprio ou como testemunha (ex.: incêndio, afogamento


O que é o Stress Pós-Traumático?

O Stress Pós-Traumático afecta aquelas pessoas que vivem ou testemunham situações em que a sua integridade física ou emocional ou a de outras pessoas está em perigo, e nestas pessoas também se incluem os professores, médicos, enfermeiros, agentes de segurança e protecção civil. 

Aqueles que vivem com estas pessoas também podem ter Stress Pós-Traumático, uma vez que sabem que os acontecimentos perigosos, imprevisíveis e incontroláveis fazem parte da vida daqueles que amam. 

O Stress Pós-Traumático desenvolve-se de forma diferente de pessoa para pessoa. E embora os sintomas se desenvolvam habitualmente nas horas ou dias seguintes ao acontecimento traumático, pode demorar semanas, meses, ou anos até surgirem.




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O que é o Stress Pós-Traumático?

Em Portugal o stress pós-traumático esteve historicamente associado aos combatentes da Guerra do Ultramar, no entanto, hoje a maioria das pessoas com este problema de ansiedade são aquelas que passaram por situações de violência física e sexual, abandono, rejeição, violência emocional, furto e humilhação. Acontece com muita frequência nas pessoas que passaram por acidentes de viação, acidentes de perigo de afogamento, no carjacking, naqueles que testemunharam roubos ou pessoas acidentadas. A característica principal é a vivência de acontecimentos imprevisíveis e incontroláveis que colocam em perigo a integridade física e emocional da pessoa. 


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O que é o Stress Pós-Traumático?

Stress Pós-Traumático é um problema de ansiedade que se desenvolve após a pessoa vivenciar um acontecimento de vida que é considerado como suficientemente difícil de lidar e perante o qual a pessoa pensa e sente que a sua segurança física e emocional esteve em perigo o que origina um sentimento de desamparado e falta de controlo face a esses acontecimentos. É possível desenvolver stress pós-traumático quando a pessoa vivencia ou testemunha qualquer acontecimento importante que a faça sentir vulnerável, perdida e sem esperança. 


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Caracteristicas Principais do Stress Pós-Traumático

Se passou por uma experiência traumática e tem dificuldades em voltar à sua vida normal, ligar-se a outros, e em sentir-se novamente seguro, pode estar a passar pelos efeitos de stress pós-traumático. 

Quando a pessoa está numa situação de stress pós-traumático, tem a sensação que nunca mais serão ultrapassadas as coisas que passou ou que nunca se sentirá "normal" novamente. 

No entanto existe ajuda para este flagelo pessoal, e lhe garantimos, você não está sozinho neste caminho para a recuperação da sua vida. 

Se está disposto a procurar tratamento e apoio, e trabalhar no desenvolvimento de novas capacidades para lidar com o que se passou, conte com o apoio da Clínica Psicologia Lisboa para ultrapassar estes sintomas debilitantes do trauma e seguir em frente com a sua vida.




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Caracteristicas Principais do Stress Pós-Traumático

Após uma experiência traumática, é normal sentir medo, tristeza, ansiedade, e também que está desligado. Por norma, à medida que o tempo passa, a angústia desaparece e surge novamente o apreciar a vida. Mas por vezes, o trauma que viveu é tão esmagador que se torna difícil de o ultrapassar. Surge a sensação de estar preso a memórias dolorosas que não consegue que desapareçam e de prisão a uma sensação de constante perigo. 


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Quando procurar ajuda para fobias?

Embora as fobias sejam comuns, nem sempre causam uma angústia considerável, e nem sempre causam um constrangimento muito grande à sua vida. Por exemplo, se tiver fobia em relação a cobras, isso não necessita de lhe causar problemas no que diz respeito ao seu dia-a-dia se viver numa cidade onde é improvável encontrar cobras. Por outro lado, se tiver uma fobia a espaços com pessoas, viver numa grande cidade poderá ser um problema. Se a sua fobia não tiver um impacto muito grande na sua vida, então é algo com o qual não se deve preocupar muito. Mas se evitar objectos, actividades ou situações e se isso interferir com o seu funcionamento normal ou impeça de fazer coisas, é tempo de procurar ajuda.


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Sintomas de fobia a sangue e injecções

Os sintomas desta fobia são ligeiramente diferentes de outras fobias. 
Quando confrontado com sangue ou uma agulha, experiencia não só medo mas também nojo.Tal como outras fobias, começa por se sentir ansioso à medida que o seu batimento cardíaco aumenta. No entanto, ao contrário do que acontece com outras fobias, a esta aceleração segue-se uma queda repentina na pressão sanguínea, o que leva a náuseas, tonturas, e desmaios. Embora o medo de desmaiar seja comum em todas as fobias específicas, esta fobia é a única onde podem mesmo existir desmaios.



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Sinais e sintomas físicos de uma fobia


  • Dificuldade em respirar,
  • Coração a bater depressa,
  • Palpitações,
  • Aperto ou dores no peito,
  • Tremores,
  • Tonturas,
  • Dores de estômago,
  • Calor ou frio,
  • Formigueiros,
  • Suores

Sinais e sintomas de fobia

Os sintomas de uma fobia podem ir de sentimentos mais ou menos ligeiros de apreensão, receio e ansiedade até ao ataque de pânico. Habitualmente, sempre que a sua percepção diz que está mais próximo daquilo que teme, maior será o medo. A sua percepção é o que que parece ou sente, e não a proximidade real. Por isso, poderá ter ansiedade só de pensar que vai estar na situação fóbica. O medo também é maior se lhe parecer difícil de escapar.


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A diferença entre medo normal e medo fóbico

Medo Fóbico
  • Não viajar com a pessoa que se ama porque teria que apanhar um avião para lá chegar;
  • Recusar um emprego porque fica no acima do 1º andar de um edifício;
  • Sentir-se nervoso quando vê um cão;
  • Não sair de casa porque os vizinhos passeiam os cães na sua rua;
  • Evitar tratamentos médicos necessários porque tem um pavor a agulhas, do dentista, ou de batas brancas.

A diferença entre medo normal e medo fóbico

Medo normal
  • Sensação de ansiedade quando viaja de avião e encontra turbulência ou quando o avião descola durante uma tempestade;
  • Sentir borboletas no estômago quando olha do topo de um prédio ou sobe uma escada alta;
  • Sentir-se nervoso quando vê um cão;
  • Sentir náuseas quando é vacinado ou quando tira sangue.

Medo "normal" e Medo fóbico

É biologicamente normal e até útil sentir medo em situações realmente perigosas. O medo é uma resposta humana de adaptação e sobrevivência. Serve um propósito protector, e activa a reacção automática de "luta ou fuga" perante um perigo real. Com o corpo e a mente em alerta máximo perante um perigo, é possível responder de forma rápida e dessa forma protegermo-nos. Mas no caso das fobias, a percepção da ameaça é extremamente exagerada.


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As Fobias têm Cura

A experiência é tão stressante que habitualmente leva a que percorra longos caminhos para a evitar. Caminhos inconvenientes, que impliquem uma mudança no seu estilo de vida. 

Quem tem claustrofobia, poderá recusar uma oferta de emprego lucrativa se tiver de entrar num elevador para chegar ao escritório. 

Quem tem medo de alturas, poderá conduzir mais quilómetros para evitar uma ponte. 

Quem tem fobia social, poderá limitar a procura de emprego devido ao receio de exposição aos outros, nomeadamente às entrevistas de emprego e ao atendimento a clientes.




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As Fobias têm Cura

No entanto, podemos desenvolver fobias relativas a quase tudo. A maioria das fobias desenvolvem-se na infância, mas também se podem desenvolver em adultos. 

Se tem uma fobia, é provável que se aperceba que o seu medo não tem razão de ser; no entanto, continua a não conseguir controlar o que sente, nomeadamente a ansiedade. O simples pensar na situação da qual tem medo traz-lhe ansiedade. E quando é finalmente exposto àquilo de que tem medo, o terror é automático e arrebatador. 

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As Fobias têm Cura

A Auto-ajuda e a psicoterapia são a forma mais certa de superar os seus receios e seguir com a sua vida em frente. 

A fobia é um receio intenso de algo que, na realidade, não implica algum perigo real. As fobias e os medos mais frequentes são a:
  • Espaços fechados,
  • Alturas,
  • Conduzir nas auto-estradas,
  • Insectos voadores,
  • Cobras,
  • Agulhas.

Caracteristicas Principais de uma Fobia

Todas as pessoas têm alguns medos menos racionais. Algumas ficam nervosas quando pensam em agulhas. Outras estremecem quando vêem um rato. Outras ficam com tonturas quando estão no alto de edifícios e olham para baixo. 

Para a maioria das pessoas, estes medos são um problema menor. Mas para algumas pessoas, estes medos são tão severos e agonizantes que lhes causam uma ansiedade terrível, interferindo com a sua vida diária. 

Quando os medos são irracionais e incapacitantes, chamam-se fobias. Se tem um receio de uma coisa ou situação específica e se isso o impede de fazer o que gostaria de fazer na sua vida, fique atento ao que vamos dizer a seguir.


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