quarta-feira, 20 de junho de 2012

Inteligência Emocional e a Inteligência Intelectual

A maioria de nós aprendeu a não confiar nas nossas próprias emoções. Foi-nos ensinado que as emoções distorcem a informação mais correcta que é fornecida pela racionalidade.

O próprio termo “emocional" passou a significar fraqueza, falta de controlo, e até infantilidade.

"Não sejas criança!", é o que dizem à criança que chora.

"Não sejas infantil! Vê se cresces!", é o que dizem ao adulto emocionalmente mais sensível.

Por outro lado, a nossa capacidade para resolver problemas, utilizar a linguagem e fazer cálculos matemáticos, são medidas nos testes e reveladas nas notas que recebemos. Por fim, estas capacidades intelectuais ditam qual o percurso académico ou profissional que iremos escolher, desde a universidade até ao emprego. As contratações profissionais eram e ainda são muito o resultado deste ponto de vista. A primazia da componente racional sobre a componente emocional.                               

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