quarta-feira, 20 de junho de 2012

A capacidade de reduzir rapidamente o stress

Como funcionar correctamente no calor do momento?Desenvolva as suas capacidades de bloquear o stress ao trabalhar nos seguintes passos:
  • Perceber quando está stressado ou emocionalmente alterado - O primeiro passo para reduzir o estado de exaltação é reconhecer o que se está exaltado. Muitos de nós passamos tanto tempo num estado de desequilíbrio que nos esquecemos do que é estar calmo e relaxado.
  • Identificar a sua reacção à exaltação - Todos reagimos de formas diferentes à exaltação. Tem tendência a ficar “perdido” ou deprimido? Fica zangado e agitado? Congela quando sente ansiedade? A melhor forma de se acalmar rapidamente depende na sua reacção específica à exaltação.
  • Recorra aos sentidos para bloquear o estado de exaltação - A melhor forma de reduzir rapidamente a exaltação é prestar atenção ao que os sentidos nos oferecem: visão, audição, olfacto, paladar e toque. Mas cada pessoa reage de forma diferente ao que as sensações recebem, pelo que precisa de encontrar o que lhe é acalmante.


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A capacidade de reduzir rapidamente o stress

A primeira habilidade da inteligência emocional é a habilidade de nos podermos acalmar quando nos sentimos dominados. Conseguir gerir o conflito no momento próprio é a chave da resiliência. Esta habilidade de inteligência emocional ajuda-o a manter-se equilibrado, focado, e controlado, independentemente dos desafios que lhe surjam.                               
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A capacidade de reduzir rapidamente o stress

Quando está sob níveis elevados de stress ou de conflito relacional, o pensamento racional e a elaboração de decisões deixam de existir. A situação de conflito domina a mente e o corpo, tornando-se um obstáculo para a nossa capacidade de "ler" correctamente uma situação, ouvir o que os outros estão a dizer, estar cientes dos nossos próprios sentimentos e necessidades, e comunicar claramente.                               
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Psicoterapia e o caminho para uma melhor inteligência emocional

As competências de inteligência emocional podem ser desenvolvidas no decorrer da sua vida e mais concretamente através da psicoterapia. Aumenta a sua inteligência emocional ao aprender como rapidamente pode reduzir o stress, ligar-se às suas emoções, comunicar de forma não verbal, utilizar o humor e a diversão quando lidar com desafios, e a lidar com os conflitos de forma segura e confiante.

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Como aumentar a Inteligencia Emocional

Para fazer aumentar a sua inteligência emocional deve aprender as seguintes habilidades. Cada uma tem de ser construída a partir da anterior:
 
   Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de rapidamente reduzir o stress.
 
   Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de reconhecer e gerir as suas emoções.
 
   Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de se ligar com os outros utilizando   comunicação não verbal.
 
   Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de utilizar o humor e a diversão para lidar com desafios.
 
   Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de resolver conflitos de forma positiva e com confiança.
 
 

Como aumentar a Inteligência Emocional

A inteligência emocional consiste de cinco habilidades chave, cada uma construída a partir da anterior:
  • A capacidade de reduzir rapidamente o stress.
  • A capacidade de reconhecer e gerir as emoções.
  • A capacidade de se ligar aos outros utilizando comunicação não verbal.
  • A capacidade de utilizar o humor e o divertimento para lidar com desafios.
  • A capacidade de resolver conflitos de forma positiva e com confiança.

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Como aumentar a Inteligência Emocional

A inteligência emocional deve ser aprendida e compreendida ao nível das emoções. Não podemos simplesmente ler sobre inteligência emocional ou dominá-la através da memorização.

A maneira certa para desenvolver a inteligência emocional de forma que produza mudanças, é activar as partes emocionais do cérebro que nos ligam aos outros. Este tipo de aprendizagem é baseado no que vemos, ouvimos e sentimos. A compreensão intelectual é um primeiro passo importante, mas o desenvolvimento da inteligência emocional depende na aprendizagem sensorial e não verbal, e na prática efectuada na vida real.                               

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Como aumentar a Inteligência Emocional

Existe um fosso gigante entre o que entendemos ter de ser feito para mudar a nossa vida e o que fazermos na realidade.

Existem muitas coisas que sabemos e queremos fazer para mudar a vida pessoal e profissional, mas não o fazemos, ou não conseguimos fazer quando somos pressionados para essa mudança.

Esta é a primeira coisa que devemos aprender para desenvolver Inteligência Emocional.                               

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Inteligência Emocional e a Inteligência Intelectual

No entanto, a inteligência intelectual é por norma menos importante que a inteligência emocional ao determinar quão bem sucedidos seremos na nossa vida pessoal e profissional. Todos nós conhecemos pessoas que são academicamente brilhantes mas socialmente inadaptadas e mal sucedidas. Todos sabemos de que nada vale a um gestor de empresas o seu brilhantismo intelectual, a sua capacidade de análise macro e micro sistémica, a sua capacidade de visão estratégica e de mercado, se não conseguir captar e desenvolver a realidade da força de trabalho que são as pessoas que com ele colaboram, desde os seus funcionários, aos clientes até aos fornecedores. Por outro lado, de que vale a excelente capacidade técnica do colaborador de uma empresa se os problemas que tem para resolver implicam a relação com a chefia, com os demais colegas e com os clientes.

O que se salienta é a necessidade de desenvolver a inteligência emocional. Por esse motivo as empresas estão cada vez a dar mais importância a este conceito de inteligência emocional.


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Inteligência Emocional e a Inteligência Intelectual

A maioria de nós aprendeu a não confiar nas nossas próprias emoções. Foi-nos ensinado que as emoções distorcem a informação mais correcta que é fornecida pela racionalidade.

O próprio termo “emocional" passou a significar fraqueza, falta de controlo, e até infantilidade.

"Não sejas criança!", é o que dizem à criança que chora.

"Não sejas infantil! Vê se cresces!", é o que dizem ao adulto emocionalmente mais sensível.

Por outro lado, a nossa capacidade para resolver problemas, utilizar a linguagem e fazer cálculos matemáticos, são medidas nos testes e reveladas nas notas que recebemos. Por fim, estas capacidades intelectuais ditam qual o percurso académico ou profissional que iremos escolher, desde a universidade até ao emprego. As contratações profissionais eram e ainda são muito o resultado deste ponto de vista. A primazia da componente racional sobre a componente emocional.                               

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O que é a Inteligência Emocional

A inteligência emocional consiste em quatro capacidades principais:

  • Auto-consciência - A capacidade de reconhecer as suas próprias emoções e a forma como afectam os seus pensamentos e comportamento, conhecer os seus pontos fortes e as suas fragilidades e ter auto-confiança.
  • Auto-gestão - A capacidade de controlar comportamentos e sentimentos impulsivos, gerir as suas emoções de forma saudável, ter iniciativa, cumprir compromissos e adaptar-se às mudanças das circunstâncias.
  • Consciência social - A capacidade de compreender as emoções, necessidades e preocupações de outras pessoas, captar os sinais emocionais dos outros, sentir-se confortável em situações sociais e reconhecer a dinâmica do poder num grupo ou organização.
  • Gestão de relacionamentos - A capacidade de desenvolver e manter bons relacionamentos, comunicar de forma clara, inspirar e influenciar terceiros, trabalhar bem em equipa e gerir conflitos.


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O que é a Inteligência Emocional

A inteligência emocional é a capacidade de identificar, utilizar, compreender e gerir as suas emoções de forma positiva e construtiva. É reconhecer o seu próprio estado emocional e o estado emocional dos outros. A inteligência emocional é interagir com os outros de forma que faça atrair pessoas.

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A capacidade de reconhecer e gerir as emoções.

Que tipo de relação tem com as suas emoções?
  • Experiencia sentimentos que fluem, encontrando emoção atrás de emoção à medida que as suas experiências mudam de momento a momento?
  • As suas emoções são acompanhadas por sensações físicas que experiencia em zonas como o seu estômago ou peito?
  • Experiencia sentimentos e emoções discretas, como raiva, tristeza, medo, alegria, sendo cada uma das quais evidente em expressões faciais subtis?
  • Consegue experienciar sentimentos intensos que são fortes o suficiente para capturar tanto a sua atenção como a dos outros?
  • Presta atenção às suas emoções? São um factor importante para as suas decisões?
Se alguma destas experiências não lhe for familiar, as suas emoções poderão estar desligadas ou diminuídas. De forma a ser emocionalmente saudável e inteligente, deve voltar a ligar-se com as suas emoções nucleares, aceitá-las e estar mais à vontade com as mesmas.


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A capacidade de reconhecer e gerir as emoções

A segunda capacidade da inteligência emocional é ter uma consciência momento-a-momento das suas emoções e como as mesmas podem influenciar os seus pensamentos e acções. A consciência emocional é a chave para perceber os outros e também para se compreender a si mesmo. Muitas pessoas estão desligadas das suas emoções. Mas apesar de podermos distorcer, negar, ou adormecer os nossos sentimentos, não os podemos eliminar. Ainda lá estão, estejamos ou não conscientes deles. Infelizmente, sem consciência emocional, não conseguimos compreender totalmente as nossas próprias motivações e necessidades, ou comunicar de forma eficaz com os outros.                           
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A capacidade de resolver conflitos de forma positiva e com confiança

Como resolver conflitos de forma que faça crescer a confiança:
  • Estar focado no presente - Quando não nos agarramos a ressentimentos e mágoas do passado, podemos reconhecer a realidade de uma situação actual e visualizá-la como uma nova oportunidade para resolver velhos conflitos e sentimentos.

  • Escolha as suas discussões - As discussões são dispendiosas em termos de energia e tempo, especialmente se as quiser resolver de uma forma positiva. Considere o que é digno de ser discutido e o que não é.

  • Perdoe - Se continuar a ser maltratado e magoado, proteja-se. Mas o comportamento malicioso de alguém está no passado, pelo que se deve lembrar que a resolução de conflitos envolve abdicar da tentação de castigar.

  • Ponha um fim aos conflitos que não podem ser resolvidos - São precisas duas pessoas para manter uma discussão viva. Pode escolher desligar-se de um conflito, mesmo que discorde.


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A capacidade de resolver conflitos de forma positiva e com confiança

O conflito e as desavenças são inevitáveis nos relacionamentos. Duas pessoas não podem ter as mesmas necessidades, opiniões e expectativas. No entanto, isso não é necessariamente mau.

Resolver conflitos de forma saudável e construtiva pode reforçar a confiança entre as pessoas. Quando o conflito não é visto como algo ameaçador ou punitivo, alimenta a liberdade, criatividade e a segurança nos relacionamentos.

Resolver divergências eficazmente é algo que é apoiado pelas quatro habilidades já referidas da inteligência emocional. Quando souber gerir a exaltação, estar presente e consciente emocionalmente, comunicar não verbalmente e utilizar a diversão e o humor, estará melhor equipado para lidar com situações fortemente emocionais e captar e neutralizar diversos assuntos antes que piorem.                               

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A capacidade de utilizar o humor e o divertimento para lidar com desafios

A capacidade de lidar com desafios utilizando o humor e a brincadeira é a quarta habilidade da inteligência emocional. A comunicação lúdica alarga a nossa inteligência emocional e ajuda-nos a:

  • Lidar melhor com dificuldades - Ao permitir-nos lidar com as nossas frustrações e desilusões com novas perspectivas, o riso e a diversão permitem-nos ultrapassar incómodos, fases difíceis e contratempos.

  • Suavizar divergências - Utilizar humor leve pode ajudar-nos a dizer coisas que poderiam, de outra forma, ser difíceis de exprimir sem criar problemas. Relaxar e estimularmo-nos em simultâneo. A comunicação didáctica alivia o cansaço e relaxa os nossos corpos, o que nos permite recarregar baterias e atingir mais objectivos.

  • Ser mais criativo - Quando relaxamos, libertamo-nos de formas rígidas de pensar e de ser, permitindo-nos ser criativos e ver as coisas em novas perspectivas.


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A capacidade de utilizar o humor e o divertimento para lidar com desafios.

O humor, o riso e a brincadeira são antídotos naturais para as dificuldades da vida.

Tornam mais leves os nossos fardos e ajudam-nos a manter as coisas em perspectiva.

Uma boa gargalhada reduz o stress, eleva o estado de espírito e equilibra o nosso sistema nervoso.                               
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A capacidade de se ligar aos outros utilizando comunicação não verbal

Para melhorar a comunicação não verbal preste atenção a:

  • Contacto olhos nos olhos
  • Expressões faciais
  • Tom de voz
  • Postura e gesticulação
  • Toque
  • Timing e ritmo
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A capacidade de se ligar aos outros utilizando comunicação não verbal

Ser um bom comunicador requer muito mais do que capacidades verbais. Por vezes, o que dizemos é menos importante do que a forma como o dizemos ou de outros sinais não verbais que enviamos.

De forma a manter a atenção de outras pessoas e construir uma ligação de confiança, precisamos de estar conscientes das nossas deixas não verbais e estar em controlo das mesmas. Precisamos também de ler e reagir de forma correcta às deixas não verbais que as outras pessoas nos enviam. A comunicação não verbal é uma forma de comunicação sem palavras e é conduzida pelas emoções.

Perguntas como as seguintes: "Estás a ouvir?"; "Compreendes e preocupas-te?".                               
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terça-feira, 12 de junho de 2012

CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO PARA DEPRESSÃO

Período de medo ou desconforto intenso, durante o qual 4 (ou mais) dos seguintes sintomas se desenvolvem abruptamente e atingem o seu pico dentro de 10 minutos:
(1) palpitações, batimentos cardíacos ou ritmo cardíaco acelerado;
(2) suores;
(3) estremecimentos ou tremores;
(4) dificuldades em respirar;
(5) sensação de sufoco;
(6) desconforto ou dor no peito;
(7) náuseas ou mal-estar abdominal;
(8) sensação de tontura, de desequilíbrio, de cabeça oca ou de desmaio;
(9) desrealização (sensações de irrealidade) ou despersonalização (sentir-se desligado de si próprio);
(10) medo de perder o controlo ou de enlouquecer;
(11) medo de morrer;
(12) parestesias (entorpecimento ou formigueiros);
(13) sensação de frio ou de calor.                         

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Depressão: Sinais e Sintomas

A Depressão pode ser identificada por:                       
  • Auto-Critica e Culpabilização – O que torna por vezes a Depressão mais resistente é o sentimento de inutilidade, culpa e critica a si mesmo perante a própria falta de energia, de concentração e de incapacidade para dar a volta ao estado depressivo.
  • Aumento de Dores Físicas – Verifica-se muitas vezes a permanência de dores de cabeça, nas costas, dores musculares e dor de estômago.

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    Depressão: Sinais e Sintomas

    A Depressão pode ser identificada por:                       

  • Irritabilidade ou Inquietação – São frequentes os sentimentos de agitação, de inquietação, e de baixa tolerância muito às coisas e às pessoas. A pessoa sente que tudo o que se passa à sua volta lhe dá nervos e faz confusão.
  • Perda de Energia – É muito frequente o sentimento de cansaço físico e psicológico, em que aquilo que tem para fazer é muito mais custoso do que antes. O pensamento torna-se lento, negativista e existe sempre falta de concentração, dificuldade em tomar decisões ou em lembrar-se das coisas.

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    Depressão: Sinais e Sintomas

    A Depressão pode ser identificada por:                       
  • Alterações do Apetite ou do Peso – A pessoa passa por uma significativa perda ou ganho de peso com uma alteração de mais de 5% do peso corporal num mês.
  • Alteração do Sono – A Insónia está presente em algumas pessoas, principalmente no acordar muito cedo. A Hipersónia, ou seja, muito sono e dormir mais do que o seu habitual, está presente no restante das pessoas.

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    Depressão: Sinais e Sintomas

    A Depressão pode ser identificada por:

    • Sentimento de Desamparo e Falta de Esperança – A pessoa vê a sua vida como um panorama desolador, que não vai ficar melhor e não há nada que você possa fazer para melhorar a sua situação.
    • Perda de Interesse nas Actividades do dia-a-dia – A pessoa sente uma perda ou diminuição significativa da capacidade para sentir alegria e prazer nas actividades que outrora davam prazer. Sente ainda uma falta de interesse nos passatempos, actividades sociais, relação com outras pessoas e na relação sexual.
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    Depressão: Sinais e Sintomas

    A depressão pode manifestar-se de forma diferente de pessoa para pessoa, mas alguns sinais e sintomas são comuns.

    Quanto mais sintomas tem, mais intensos são, e quanto maior for a sua duração, mais provável é que esteja com uma depressão.                       
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    Depressão: Características Principais

    Algumas pessoas descrevem a depressão como "viver num mundo sem futuro", referindo um sentimento constante de negativismo e pessimismo.

    Seja qual for o sintoma, a depressão é diferente da tristeza normal na medida em que absorve o seu dia-a-dia, interferindo com a sua capacidade de trabalhar, estudar, comer, dormir e de se divertir.

    Os sentimentos de desamparo, falta de esperança, de inutilidade, são constantes e dominam o modo de vida, podendo sentir aqui ou ali, com muito esforço, algum pouco ou mesmo nenhum alívio.                  
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    Depressão: Características Principais

    É normal que o humor tenha pontos altos e baixos.

    A tristeza é uma emoção normal e faz parte da vida e que inclui para além das vitórias as derrotas, para além dos momentos de tranquilidade as lutas, para além do orgulho em se Ser melhor a decepção de falhar ao longo do caminho.

    Muitas pessoas usam a palavra "Depressão" para explicar estes tipos de sentimentos, mas a depressão é muito mais do que tristeza.                       
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    Está com Humor Deprimido?

    Se se identificar com algumas das afirmações seguintes poderá ter o humor deprimido:

    • Não consegue dormir ou tem a necessidade de dormir demasiado.
    • Não se consegue concentrar e acha difícil fazer determinadas coisas que antes eram fáceis.
    • Sente-se perdido(a) e sem “luz ao fundo do túnel”.
    • Não consegue controlar os pensamentos negativos, por muito que se esforce.
    • Perdeu o apetite ou não consegue deixar de comer.
    • Sente-se muito mais irritável ou agressivo(a) que o habitual.
    • Anda a ter comportamentos descuidados.
    • Anda a ter pensamentos de que a vida não faz sentido.
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    Compreender a Depressão: primeiro passo para recuperar o controlo da Vida

    Sentir-se em baixo de vez em quando faz parte da vida. Mas quando o vazio e a falta de esperança no futuro tomam parte da existência, pode ser depressão. Mais do que as temporárias “nuvens negras”, os baixos depressivos fazem com que seja difícil aproveitar as oportunidades e viver a vida com o bom e menos bom que ela traz.

    As coisas que davam prazer fazer e os amigos deixam de ter interesse, apesar da pessoa querer desfrutar disso, simplesmente não tem força, energia ou vontade.

    Quando falamos de depressão, a pessoa vê o futuro sem esperança das coisas mudarem, vê-se a si mesma de uma forma negativa ou crítica, e vê as coisas e as relações à sua volta sem interesse e sem graça.

    Primeiro que tudo, se está a passar por estes sentimentos, tem que saber o que é a depressão.

    Aprender o que a depressão envolve, os sinais, os sintomas, as causas e os tratamentos disponíveis é o primeiro passo para a recuperação.
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    O que é a depressão?

    Sentir-se em baixo, neura ou triste é uma parte natural de algumas fazes da vida e que acontecem de vez em quando e numa determinada intensidade.

    Por outro lado, quando os sentimentos de vazio e desespero, e os pensamentos negativos em relação a si, ao mundo em redor, e ao futuro assumem o controlo e não desaparecem, podemos estar a falar de Depressão.

    Mais do que um momentâneo "sinto-me em baixo", os verdadeiros pontos baixos da Depressão são resistentes e fazem com que o aproveitar a vida se torne uma tarefa difícil.

    Deixar de se interessar pelas actividades que lhe davam prazer, deixar de ter interesse na companhia dos amigos, sentir-se exausto a toda a hora, e o simples passar o dia é um fardo penoso, são sintomas de Depressão.

    Quando se está deprimido e as coisas parecem inúteis e sem interesse, a psicoterapia e a medicação ajudam-no a recuperar o seu estado de interesse, motivação e humor natural.       
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    O que é a depressão?

    Muitas pessoas descrevem a depressão como estando a viver num buraco negro. No entanto a maioria das pessoas não se sentem tristes, podem sentir-se sem gosto pelas coisas da vida, sentirem-se vazias, apáticas, revoltadas e irritadas, sentem que a vida não tem brilho, parece sem sentido e sem objectivos.

    A Depressão faz com que se sinta impotente e sem esperança, mas há muita coisa que pode fazer para mudar a forma como se sente. Com a psicoterapia adequada, pode recuperar da depressão e resgatar as coisas boas e importantes da sua vida.

    A chave para a recuperação é começar devagar e levar um dia de cada vez.                              
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    domingo, 10 de junho de 2012

    O que é a depressão?

    Todos as pessoas passam por altos e baixos no humor. A tristeza é uma reacção normal às lutas, revezes e desapontamentos que a vida traz. As pessoas usam a palavra depressão para explicar este tipo de sentimentos, mas a depressão é muito mais que tristeza.

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    sexta-feira, 8 de junho de 2012

    Principais Caracteristicas da Ansiedade Generalizada – Parte II

    Ao contrário de uma fobia em que o seu receio está associado a uma coisa ou situação específica, a ansiedade generalizada é muito mais difuso – é um sentimento geral de inquietação perante as várias situações da sua vida. Este tipo de ansiedade é muito menos intenso do que um ataque de pânico, mas muito mais duradouro, tornando-se difícil e esgotante levar a vida com calma, apreço e relaxamento.

    Na ansiedade generalizada as pessoas podem preocupar-se com as mesmas coisas que os outros se preocupam: assuntos relacionados com a saúde, pobreza ou crise, problemas familiares, dificuldades no emprego. Mas leva estas preocupações a um nível diferente.

    A pessoa vai para as coisas da sua vida do dia-a-dia com uma preocupação e tensão exagerada, mesmo que haja pouco ou nada que a provoque.

    Mesmo que a pessoa se aperceba que a sua ansiedade é mais intensa do que a situação mereceria ou mesmo que a acredite que a sua preocupação o está a proteger de alguma coisa correr mal, o resultado final é o mesmo. A pessoa não consegue virar as costas aos seus pensamentos ansiosos. Eles voltam sempre para dentro da cabeça.

    Marque Consulta na Clínica Psicologia Lisboa ou através do 96 140 49 50

    Pensamentos típicos na Ansiedade Generalizada - Parte II

  • Pensar demasiado em coisas positivas pode evitar que elas ocorram.
  • Se um azar acontecer, sentirei menos responsabilidade e menos culpa se me tiver preocupado com isso.
  • É através da preocupação que encontro a solução para fazer as coisas.
  • A preocupação estimula-me e faz-me ser mais eficiente.
  • O facto de me preocupar incita-me a agir e motiva-me a fazer as coisas que necessito fazer.
  • O próprio facto de me preocupar reduz o risco de que alguma coisa séria possa acontecer.
  • Através da preocupação, faço determinadas coisas que não decidiria fazer se não me preocupasse.
  • Se me preocupar menos, diminuo as possibilidades de encontrar a melhor solução.

  • Tratamento para a Ansiedade na Clínica Psicologia Lisboa

    Pensamentos típicos na Ansiedade Generalizada - Parte I

    Veja se tem alguns dos seguintes pensamentos. A melhor forma de perceber se o seu problema é Ansiedade Generalizada é identicar o que acredita ser a importância da preocupação. Se acreditar nas seguintes afirmações é muito provável que venha a ter ou tenha Ansiedade Generalizada.
    • Se não me preocupar, serei descuidado e irresponsável.
    • Se me preocupar, estarei mais preparado quando surgirem acontecimentos imprevisíveis.
    • Preocupo-me para saber o que fazer.
    • Se estiver sempre preocupado, ficarei menos desiludido quando acontecer algo sério.
    • O facto de me preocupar ajuda-me a planear o que devo fazer para resolver um problema.
    • Só o facto de me preocupar pode prevenir que os imprevistos aconteçam.
    • Se não me preocupar, serei uma pessoa negligente e descuidada.
    • O facto de me preocupar confirma que sou uma pessoa prudente.
    • É com a preocupação que me empenho no trabalho que tenho que fazer.
    • Preocupo-me porque me ajuda a encontrar uma solução para os problemas.
    • O facto de me preocupar mostra que sou uma pessoa que toma conta dos assuntos.
    Tratamento para a Ansiedade Generalizada na Clínica Psicologia Lisboa

    Principais Caracteristicas da Ansiedade Generalizada - Parte I

    Preocupa-se excessivamente com coisas improváveis de acontecer, ou sente tensão e ansiedade durante o dia sem aparente razão para isso?

    Todas as pessoas sentem ansiedade ocasionalmente, mas se as suas preocupações e receios são tão constantes que interferem com a sua capacidade para lidar com as coisas da vida de uma forma tranquila, você pode ter ansiedade generalizada.

    A ansiedade generalizada é física e mentalmente esgotante. Esgota a energia mental, impede que durma tranquilamente e cansa o seu corpo. Mas não tem que viver sempre assim. Você pode libertar-se da prisão da preocupação crónica e aprender a acalmar a sua mente ansiosa.

    A ansiedade generalizada é um problema comum de ansiedade que envolve preocupação crónica, nervosismo e tensão.
    Saiba mais sobre Ansiedade Generalizada em Clínica Psicologia Lisboa

    Ansiedade Generalizada

    As pessoas com Ansiedade Generalizada referem como causa principal de sofrimento a preocupação excessiva, exagerada, e que espera sempre o pior, mesmo que aparentemente não existam razões para essa preocupação. A Ansiedade Generalizada é provavelmente dos problemas de ansiedade mais desconhecidos, na medida em que, as pessoas assumem como natural e útil a sua preocupação queixando-se por outro lado dos sintomas físicos da ansiedade, e que são entre outros: tensão muscular (muitas vezes localizada nos ombros, costas e maxilares), irritação e fadiga.

    Saiba mais sobre Ansiedade Generalizada em Clínica Psicologia Lisboa ou ligue 96 140 49 50