terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Como Mantê-lo Interessado? Parte I

A maioria das mulheres assume que os homens são superficiais e não querem compromissos.
Mas, na verdade, os homens não são assim tão diferentes das mulheres quando se trata da expectativa de felicidade numa relação.

Os homens, tal como as mulheres, adoram a novidade e de estarem com quem é desejável.

Eis algumas maneiras de se promover numa relação e mantê-lo interessado:

  • Seja espontânea. Capte a admiração dele, faça planos para uma tarde a dois ou elabore por si mesma um plano para o fim-de-semana. Surpreenda-o e nunca seja previsível.
  • Respeite-se. Você não é o tapete dele. Dê-lhe a entender que você tem a força necessária para seguir em frente se as coisas correrem mal. Dê sempre a entender que ele só ganha em estar consigo. Que você é o maior prémio da vida dele. Não precisa de lho dizer directamente na cara, pode simplesmente ignorá-lo ou mandá-lo embora quando ele fizer algo de errado consigo.
  • Aprenda a seduzi-lo. A sedução não termina na cama. Seja sempre sensual e criativa com a sua imagem.
  • Demonstre publicamente o seu afecto. Ele pode ser tímido, mas ainda assim gosta quando você se inclina para os braços dele. Isso faz com que ele se sinta protector e sensual.
  • Seja financeiramente independente. Tenha controlo nas suas finanças. Os homens gostam de mulheres que se preocupam com as questões financeiras e repartem com eles essa responsabilidade.
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Como Mantê-la Interessada?


Saiba como manter a sua mulher interessada. Se seguir estas direcções, provavelmente terá uma óptima relação. Ela sentir-se-á feliz!
Ser um bom companheiro é exigente, mas vale o esforço se ela o merecer.

Eis algumas maneiras de se promover numa relação e mantê-la interessada:

  • Trate-a como uma princesa. Abra-lhe as portas, ofereça o casaco, estique-lhe a cadeira e levante-se quando ela entra. Ela adorará estes gestos. Quando a levar a saír, nunca a deixe pagar. Ela achará super sexy quando um homem assume a despesa do jantar como se não fosse nada.
  • Respeite-a. Lembre-se sempre que ela não é propriedade sua. Tenha a mente aberta em relação às opiniões e aos desejos dela, mesmo que sejam diferentes dos seus. Não a faça sentir-se estúpida só porque ela pensa de forma diferente de si. É suposto que você a faça sentir-se bem e não mal.
  • Defenda-a. Se alguém estiver a acusá-la, coloque-se do lado dela ou no mínimo não tenha lado (mesmo que seja face à sua família). As mulheres precisam saber que os seus companheiros as acompanham sempre. Como é que você se sentiria se ela optasse pelo lado dos amigos ou da família em detrimento do seu? Faça com que ela saiba que pode contar consigo. É dessa forma que as relações funcionam.
  • Oiça-a. Se ela se queixou em relação a algum comportamento seu procure mudar ou fazer com que ela o entenda a si, mas nunca a ignore. Não estou a dizer que deverá mudar a sua personalidade e deixar de ser quem é, mas as relações requerem compromissos de ambas as partes. Ela poderá já ter mudado alguma coisa por si.

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Tempo de Qualidade - O Que a Relação Precisa



Para que qualquer relação funcione, você precisa de passar tempo de qualidade com a outra pessoa.
Se está numa fase inicial da construção de uma relação, invista o tempo com a outra pessoa, não só porque está a demonstrar que ela é importante para si, como é uma excelente maneira de desenvolver a cumplicidade, o companheirismo e para perceber da compatibilidade dos dois.

Existem muitas maneiras de expressar o seu amor pela outra pessoa. Uma das maneiras é através de afirmações "Amo-te", uma outra maneira é passar tempo de qualidade.
Muita gente pensa que por passar muito tempo com a outra pessoa isso é tempo de qualidade, mas raramente o é. Existe uma grande diferença entre tempo de qualidade e quantidade de tempo.

Tempo de qualidade é algo muito mais envolvente, mais participativo, algo que envolve pensar e planear. Na maioria das vezes quando uma pessoa diz querer tempo de qualidade, o que tem é quantidade de tempo. Existe uma maneira de distinguir os dois tipos de tempo com a outra pessoa.

Robert Pirsig disse uma vez que a qualidade varia de pessoa para pessoa, e de facto precisamos ter isso em mente quando pensamos passar tempo de qualidade com a outra pessoa. Precisamos considerar o que é qualidade para o outro em vez de pensarmos o que é tempo de qualidade. A questão é aprender a amar a outra pessoa. Tempo de qualidade tem tudo a ver com o aprender a mostrar que se ama de uma maneira significativa a outra pessoa em vez de ser o que você pensa que é significativo. Tempo de qualidade pode significar coisas completamente diferentes para si de para a outra pessoa. A qualidade é o valor que coloca em cada coisa, nesse sentido saber o que a outra pessoa valoriza é muito importante.

Gary Chapman tem dito que tempo de qualidade é a atenção exclusiva. Tempo de qualidade não significa sentar juntos no sofá e prestar atenção ao que está a dar na televisão. Sim, por vezes é fantástico descansar e relaxar, sentados juntos a apreciar a proximidade e o calor do outro. Mas tempo de qualidade é mais do que estar junto e comer junto. Qualidade é dar atenção ao outro independentemente do que você estiver a fazer. Se estiverem a ver televisão juntos, podem dar as mãos, mexer no cabelo, descansar a cabeça no colo ou afagar no seu ombro, ao mesmo tempo que lhe diz "Amo-te muito".

Conversar é claramente uma das coisas mais importantes para o tempo de qualidade. Não me refiro ao perguntar "Como correu o teu dia?", mas antes a uma conversa profunda acerca dos objectivos, receios, desejos, sonhos e necessidades da outra pessoa. Mesmo que se converse acerca de coisas feitas recentemente, como o último livro, filme ou teatro é fundamental que atenda ao que a outra pessoa viu, ouvio e sentiu com isso. Preste especial atenção à forma como a outra pessoa fala, ao seu tom de voz, à postura do corpo, ao olhar, mais do que ao conteúdo do que é dito. Procure calibrar a sua percepção do que vê e ouve da outra pessoa com o que ela está realmente sentindo, perguntando "Como foi isso especificamente para ti?", "O que pensa especificamente?", "O que sentes especificamente?"

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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Tenha uma Vida Rica e Completa - O Que a Relação Precisa



O que atraí a maioria das pessoas é o facto que elas têm uma vida interessante.
O que isso significa é que a sua vida não se resume à vida da outra pessoa.
O que a maioria das pessoas faz no ínicio de uma relação é abandonar tudo da sua vida e estar totalmente disponível para a outra pessoa.
Posso dizer que isso não é uma decisão saudável e atraente.
A familia e os amigos são importantes e não devem ser postos de lado porque tem uma nova relação.
De facto, você pode estar próximo da outra pessoa, de uma forma confortável, e não sufocar com exigências que a outra pessoa não esta confortável para corresponder.
Não estou a dizer que não devam passar tempo juntos, muito pelo contrário. Estou a dizer que isso deve ser balançado com a capacidade que cada um tem para dedicar tempo à relação sem se sentir ameaçado que pode perder as outras coisas importantes da sua vida ou de se sentir culpado por não estar a corresponder às exigências da relação.

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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Sucesso! Quero Ter!


Sucesso é:
quando se sente confortável consigo,
quando ganha o suficiente para dormir bem todas as noites,
é quando a sua relação íntima é boa,
é quando você é uma boa influência para as pessoas à sua volta,
é quando consegue lidar com a adversidade,
é quando planeia o que quer ter no futuro e tem acção sobre isso,
é auto-controlo,
é desafiar a inércia e alimentar a motivação e a paixão pelas relações e pelo trabalho

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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Características Principais de um Ataque de Pânico

Muitas pessoas não sabem mas o que sentem é um problema real de ansiedade a que chamamos de ataques de pânico e que esse problema tem uma resposta muito boa à psicoterapia. 

Algumas pessoas têm vergonha ou medo de serem consideradas fracas se partilharem com outras pessoas, nomeadamente o médico e com a família mais chegada. Sofrem em silêncio, distanciam-se da família e dos amigos. Evitam o trabalho e o divertimento. Quanto mais depressa recorrer à psicoterapia mais eficaz é o tratamento.


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Características Principais de um Ataque de Pânico

Um ataque de pânico é um súbito período de ansiedade e medo intenso. O coração acelera muito e a respiração é difícil. As tonturas vêm logo de seguida e por vezes os formigueiros. As dores de barriga ou de estômago compõem o resto do mal-estar. O pensamento que surge é um medo aterrorizante de morrer ou de enlouquecer. 

Se não forem tratados, os ataques de pânico podem levar à Perturbação de Pânico e a outros problemas. Os ataques de pânico podem mesmo retirá-lo das suas actividades normais. 

Mas os ataques de pânico têm tratamento! Quanto mais depressa procurar ajuda, melhor! Com a psicoterapia, os sintomas de pânico podem reduzir ou eliminar e você recupera o controlo da sua vida. 


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Tipos de psicoterapia para Stress Pós-Traumático

EMDR. A EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) incorpora elementos de terapia cognitiva com estimulação bilateral dos hemisférios cerebrais. Está cientificamente comprovado que a estimulação bilateral funciona no "descongelar" do sistema de processamento de informação do cérebro, que é interrompido em alturas de stress extremo. Desta forma poderá libertar todos os sentimentos presos às memórias passadas. Redefinir o que pensa de Si e da situação e encarar a vida com mais controlo, autonomia, sentido de capacidade e valor próprio. A sua auto-estima aumenta, a confiança melhora e o peso das memórias desaparece.

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Tipos de psicoterapia para Stress Pós-Traumático

Terapia Familiar e Terapia de Casal. Uma vez que o Stress Pós-Traumático afecta tanto a si como àqueles que lhe são próximos, a terapia familiar e a terapia de casal são particularmente importantes. A terapia familiar e a terapia de casal ajudam aqueles que ama a compreenderem o que se está a passar consigo. Ajuda-o a si a comunicar melhor o que sente com quem ama. Quem passou por uma situação de trauma já paga uma factura pesada, não tem que pagar o imposto acrescentado das suas relações serem destruídas. 

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Tipos de psicoterapia para Stress Pós-Traumático

Terapia cognitivo-comportamental focada no trauma. A terapia cognitivo-comportamental para o Stress Pós-Traumático envolve uma atenção cuidada e gradual aos pensamentos, sentimentos e situações que estão associadas ao trauma. Todo este processo é feito como o máximo de empatia pela sua capacidade em falar acerca do que se passou e de como vive o que se passou. Com o máximo respeito pela implicação que isso tem na sua vida relacional, afectiva e profissional. Com esta forma de psicoterapia vai em breve adquirir uma perspectiva menos distorcida das coisas, de si, da vida e do futuro. 

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Psicoterapia para o Stress Pós-traumático

O tratamento para o Stress Pós-Traumático alivia os sintomas ao ajudá-lo a lidar com o trauma pelo qual passou. Ao longo da terapia irá explorar os seus pensamentos e sentimentos sobre o acontecimento traumático, explorar os sentimentos de culpa (sua ou dos outros) e falta de confiança que sente na sua vida, bem como aprender a lidar e controlar as memórias intrusivas, a abordar os problemas que o stress lhe causou na sua vida e nos seus relacionamentos pessoais e profissionais.

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Precisarei de ajuda se tiver Stress Pós-Traumático?

É natural querer evitar memórias e sentimentos dolorosos. Mas se fizer isso o Stress Pós-Traumático vai piorar. Não pode passar a sua vida a fugir das suas emoções, isto porque elas surgem sempre que menos espera, em alturas em que está mais stressado, ou a passar por momentos mais difíceis da sua vida, além de que é extremamente cansativo fazê-lo. Se passar a sua vida a evitar o que aconteceu, isso vai prejudicar as suas relações, a sua capacidade para trabalhar, para se divertir e para receber e dar o melhor de si aos outros.

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Precisarei de ajuda se tiver Stress Pós-Traumático?

Se você ou alguém próximo sofre de ansiedade de Stress Pós-Traumático, é importante que procure ajuda. Quanto mais cedo for ajudado, mais fácil é de ultrapassar o Stress Pós-Traumático. Se estiver relutante em procurar ajuda, esteja consciente de que o Stress Pós-Traumático não é um sinal de fraqueza. Este processo é muito mais fácil com o apoio e orientação de um psicoterapeuta experiente. 

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Sinais e sintomas do Stress Pós-Traumático

Embora todas as pessoas experienciem o Stress Pós-Traumático de forma diferente, existem três tipos principais de sintomas:
  • Voltar a viver o acontecimento traumático.
  • Evitar tudo o que lembre o acontecimento traumático.
  • Ansiedade aumentada e emoções exacerbadas.
  • Memórias intrusivas e angustiantes acerca do acontecimento traumático.
  • Imagens intrusivas ou Flashbacks (agir ou sentir como se o evento estivesse a acontecer de novo).
  • Pesadelos sobre o acontecimento evento ou outras coisas assustadoras.
  • Sentimentos de angústia intensa quando lembrado do trauma.
  • Reacções físicas intensas a lembranças do acontecimento (batimento cardíaco acelerado, respiração ofegante, náuseas, tensão muscular, transpiração).
  • Evitamento de acontecimentos, pessoas e momentos.
  • Sensação de dormência física e emocional.
  • Evitamento de actividades e lugares.
  • Evitamento de pensamentos ou sentimentos que o lembrem do trauma.
  • Amnésia selectiva ou incapacidade para lembrar aspectos importantes do trauma.
  • Perda de interesse em actividades ou na vida em geral.
  • Sentir-se desligado de outros e emocionalmente dormente.
  • Sensação de ter um futuro limitado (não espera viver uma vida normal, casar, ter uma carreira).
  • Dificuldade em adormecer ou manter o sono.
  • Raiva, irritabilidade ou ataques de fúria.
  • Dificuldade de concentração.
  • Hipervigilância ou constante alerta.
  • Sentir-se nervoso e facilmente assustado.
  • Sentimento de culpa e vergonha. Como se a responsabilidade do que aconteceu fosse da pessoa.
  • Abuso de drogas e álcool.
  • Sentimento de falta de confiança em si e nos outros.
  • Pensamentos de desconfiança e perseguição.
  • Depressão e desespero.
  • Pensamentos acerca de suicídio.
  • Sentimento de alienação dos outros e solidão.
  • Dores físicas.

Sinais e sintomas do Stress Pós-Traumático

Os sintomas do Stress Pós-Traumático podem surgir repentinamente, gradualmente, ou aparecer e desaparecer com o tempo. Por vezes, os sintomas surgem como se viessem do nada. Na realidade, o que sentimos não surge do nada, simplesmente a pessoa ainda não aprender a reconhecer o que activa esses sintomas. Pode ser um acontecimento da vida que relembra o acontecimento passado, um som, um cheiro, um comportamento de alguém, o que ouviu, ou viu. Ou pode ser o filtro mental que está entupido e o relembrar serve para alertar a pessoa que necessita de ajuda a processar esse acontecimento. 

Diferença entre Stress Pós-Traumático e a resposta “normal” a um acontecimento traumático

Uma reacção normal ao acontecimento traumático transforma-se em Stress Pós-Traumático quando fica a pessoa fica “presa” nesse acontecimento. 

Após uma experiência traumática, a mente e o corpo ficam em choque. Mas à medida que fazemos sentido daquilo que aconteceu e processamos as nossas emoções, melhoramos. Quando a pessoa tem Stress Pós-Traumático, no entanto, permanecemos em choque psicológico. A memória do que aconteceu e os sentimentos sobre o mesmo consomem todos os recursos mentais disponíveis para o resolver e isso faz com que as pessoas fiquem desligadas para os acontecimentos “normais” da vida. De forma a ultrapassar, é necessário que a pessoa aprenda a sentir e lidar com as nossas memórias e emoções de uma forma diferente.




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Diferença entre Stress Pós-Traumático e a resposta “normal” a um acontecimento traumático

Para a algumas pessoas estes sintomas são de curta duração. Podem durar vários dias ou mesmo semanas, mas desaparecem gradualmente. Para outras pessoas os sintomas não diminuem. Não se sente melhor com o passar dos dias. Pode, aliás, começar a sentir-se pior. Não se trata de nenhuma fraqueza de carácter ou de personalidade. Não se trata de como a pessoa “deveria” reagir a esses acontecimentos e não o está a fazer. Não se trata de como as outras pessoas regem habitualmente e a própria pessoa não o consegue fazer. Trata-se sim de uma dificuldade do filtro mental que está fora da consciência e portanto do controlo imediato da pessoa em processar esses acontecimentos difíceis. 


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Diferença entre Stress Pós-Traumático e a resposta “normal” a um acontecimento traumático

Apesar de estas reacções serem normais a acontecimentos anormais e extraordinários, deve procurar apoio psicológico profissional. O motivo para o fazer é lógico. Evitar que as memórias traumáticas fiquem presas no seu cérebro. O que se passa é que o seu cérebro está a ter uma dificuldade natural em processar essas memórias difíceis. Existem técnicas muito eficazes para facilitar que o seu cérebro faça esse trabalho. A imagem de como isto funciona é a seguinte: Imagine que o cérebro funciona como um filtro para todas as situações da vida. Quando essas situações são difíceis o filtro entope. Por vezes demora um certo tempo para que o filtro absorva todos esses acontecimentos. Enquanto o filtro está entupido com esses acontecimentos, não estará a filtrar outros. É por esse motivo que a pessoa sente um desligar da vida após um acontecimento traumático e que tenha a sensação de re-experienciar todo o acontecimento como se estivesse a vive-lo novamente. Impõe-se nestas situações que a pessoa utilize técnicas adequadas que ajudem o filtro a peneirar esses acontecimentos difíceis. 


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Diferença entre Stress Pós-Traumático e a resposta “normal” a um acontecimento traumático

Os acontecimentos traumáticos que levam ao desenvolvimento de stress pós-traumático costumam ser tão esmagadores e assustadores que deixariam qualquer pessoa angustiada, perdida e desamparada. 

Após um acontecimento traumático, toda a gente experiencia, pelo menos alguns dos sintomas de Stress. 

Quando a sensação de segurança e confiança é quebrada, é normal sentir que está a perder a razão, que está a enlouquecer, a sentir-se desligado ou entorpecido. É muito frequente passar a ter pesadelos, sentir medo e dormência, a ter dificuldade em parar de pensar no que aconteceu. A sua ansiedade aumenta nos dias posteriores ao acontecimento.




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Acontecimentos que podem levar ao Stress Pós-Traumático

São várias as situações que podem levar uma pessoa a desenvolver Stress Pós-Traumático, no entanto, em Portugal e nos dias de hoje as situações seguintes são as mais frequentes: 

  • Negligência na infância; Abandono; Rejeição; Maus tratos fisicos e psicológicos
  • Morte de um familiar
  • Disagnóstico ou tratamento de doença crónica do proprio ou familiar
  • Violência física ao próprio ou familiar
  • Acidente de viação; Atropelamento
  • Agressões ao próprio ou como testemunha
  • Abuso sexual ao próprio ou como testemunha
  • Rapto ou roubo ao próprio ou como testemunha
  • Desastres naturais ao próprio ou como testemunha (ex.: incêndio, afogamento


O que é o Stress Pós-Traumático?

O Stress Pós-Traumático afecta aquelas pessoas que vivem ou testemunham situações em que a sua integridade física ou emocional ou a de outras pessoas está em perigo, e nestas pessoas também se incluem os professores, médicos, enfermeiros, agentes de segurança e protecção civil. 

Aqueles que vivem com estas pessoas também podem ter Stress Pós-Traumático, uma vez que sabem que os acontecimentos perigosos, imprevisíveis e incontroláveis fazem parte da vida daqueles que amam. 

O Stress Pós-Traumático desenvolve-se de forma diferente de pessoa para pessoa. E embora os sintomas se desenvolvam habitualmente nas horas ou dias seguintes ao acontecimento traumático, pode demorar semanas, meses, ou anos até surgirem.




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O que é o Stress Pós-Traumático?

Em Portugal o stress pós-traumático esteve historicamente associado aos combatentes da Guerra do Ultramar, no entanto, hoje a maioria das pessoas com este problema de ansiedade são aquelas que passaram por situações de violência física e sexual, abandono, rejeição, violência emocional, furto e humilhação. Acontece com muita frequência nas pessoas que passaram por acidentes de viação, acidentes de perigo de afogamento, no carjacking, naqueles que testemunharam roubos ou pessoas acidentadas. A característica principal é a vivência de acontecimentos imprevisíveis e incontroláveis que colocam em perigo a integridade física e emocional da pessoa. 


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O que é o Stress Pós-Traumático?

Stress Pós-Traumático é um problema de ansiedade que se desenvolve após a pessoa vivenciar um acontecimento de vida que é considerado como suficientemente difícil de lidar e perante o qual a pessoa pensa e sente que a sua segurança física e emocional esteve em perigo o que origina um sentimento de desamparado e falta de controlo face a esses acontecimentos. É possível desenvolver stress pós-traumático quando a pessoa vivencia ou testemunha qualquer acontecimento importante que a faça sentir vulnerável, perdida e sem esperança. 


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Caracteristicas Principais do Stress Pós-Traumático

Se passou por uma experiência traumática e tem dificuldades em voltar à sua vida normal, ligar-se a outros, e em sentir-se novamente seguro, pode estar a passar pelos efeitos de stress pós-traumático. 

Quando a pessoa está numa situação de stress pós-traumático, tem a sensação que nunca mais serão ultrapassadas as coisas que passou ou que nunca se sentirá "normal" novamente. 

No entanto existe ajuda para este flagelo pessoal, e lhe garantimos, você não está sozinho neste caminho para a recuperação da sua vida. 

Se está disposto a procurar tratamento e apoio, e trabalhar no desenvolvimento de novas capacidades para lidar com o que se passou, conte com o apoio da Clínica Psicologia Lisboa para ultrapassar estes sintomas debilitantes do trauma e seguir em frente com a sua vida.




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Caracteristicas Principais do Stress Pós-Traumático

Após uma experiência traumática, é normal sentir medo, tristeza, ansiedade, e também que está desligado. Por norma, à medida que o tempo passa, a angústia desaparece e surge novamente o apreciar a vida. Mas por vezes, o trauma que viveu é tão esmagador que se torna difícil de o ultrapassar. Surge a sensação de estar preso a memórias dolorosas que não consegue que desapareçam e de prisão a uma sensação de constante perigo. 


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Quando procurar ajuda para fobias?

Embora as fobias sejam comuns, nem sempre causam uma angústia considerável, e nem sempre causam um constrangimento muito grande à sua vida. Por exemplo, se tiver fobia em relação a cobras, isso não necessita de lhe causar problemas no que diz respeito ao seu dia-a-dia se viver numa cidade onde é improvável encontrar cobras. Por outro lado, se tiver uma fobia a espaços com pessoas, viver numa grande cidade poderá ser um problema. Se a sua fobia não tiver um impacto muito grande na sua vida, então é algo com o qual não se deve preocupar muito. Mas se evitar objectos, actividades ou situações e se isso interferir com o seu funcionamento normal ou impeça de fazer coisas, é tempo de procurar ajuda.


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Sintomas de fobia a sangue e injecções

Os sintomas desta fobia são ligeiramente diferentes de outras fobias. 
Quando confrontado com sangue ou uma agulha, experiencia não só medo mas também nojo.Tal como outras fobias, começa por se sentir ansioso à medida que o seu batimento cardíaco aumenta. No entanto, ao contrário do que acontece com outras fobias, a esta aceleração segue-se uma queda repentina na pressão sanguínea, o que leva a náuseas, tonturas, e desmaios. Embora o medo de desmaiar seja comum em todas as fobias específicas, esta fobia é a única onde podem mesmo existir desmaios.



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Sinais e sintomas físicos de uma fobia


  • Dificuldade em respirar,
  • Coração a bater depressa,
  • Palpitações,
  • Aperto ou dores no peito,
  • Tremores,
  • Tonturas,
  • Dores de estômago,
  • Calor ou frio,
  • Formigueiros,
  • Suores

Sinais e sintomas de fobia

Os sintomas de uma fobia podem ir de sentimentos mais ou menos ligeiros de apreensão, receio e ansiedade até ao ataque de pânico. Habitualmente, sempre que a sua percepção diz que está mais próximo daquilo que teme, maior será o medo. A sua percepção é o que que parece ou sente, e não a proximidade real. Por isso, poderá ter ansiedade só de pensar que vai estar na situação fóbica. O medo também é maior se lhe parecer difícil de escapar.


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A diferença entre medo normal e medo fóbico

Medo Fóbico
  • Não viajar com a pessoa que se ama porque teria que apanhar um avião para lá chegar;
  • Recusar um emprego porque fica no acima do 1º andar de um edifício;
  • Sentir-se nervoso quando vê um cão;
  • Não sair de casa porque os vizinhos passeiam os cães na sua rua;
  • Evitar tratamentos médicos necessários porque tem um pavor a agulhas, do dentista, ou de batas brancas.

A diferença entre medo normal e medo fóbico

Medo normal
  • Sensação de ansiedade quando viaja de avião e encontra turbulência ou quando o avião descola durante uma tempestade;
  • Sentir borboletas no estômago quando olha do topo de um prédio ou sobe uma escada alta;
  • Sentir-se nervoso quando vê um cão;
  • Sentir náuseas quando é vacinado ou quando tira sangue.

Medo "normal" e Medo fóbico

É biologicamente normal e até útil sentir medo em situações realmente perigosas. O medo é uma resposta humana de adaptação e sobrevivência. Serve um propósito protector, e activa a reacção automática de "luta ou fuga" perante um perigo real. Com o corpo e a mente em alerta máximo perante um perigo, é possível responder de forma rápida e dessa forma protegermo-nos. Mas no caso das fobias, a percepção da ameaça é extremamente exagerada.


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As Fobias têm Cura

A experiência é tão stressante que habitualmente leva a que percorra longos caminhos para a evitar. Caminhos inconvenientes, que impliquem uma mudança no seu estilo de vida. 

Quem tem claustrofobia, poderá recusar uma oferta de emprego lucrativa se tiver de entrar num elevador para chegar ao escritório. 

Quem tem medo de alturas, poderá conduzir mais quilómetros para evitar uma ponte. 

Quem tem fobia social, poderá limitar a procura de emprego devido ao receio de exposição aos outros, nomeadamente às entrevistas de emprego e ao atendimento a clientes.




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As Fobias têm Cura

No entanto, podemos desenvolver fobias relativas a quase tudo. A maioria das fobias desenvolvem-se na infância, mas também se podem desenvolver em adultos. 

Se tem uma fobia, é provável que se aperceba que o seu medo não tem razão de ser; no entanto, continua a não conseguir controlar o que sente, nomeadamente a ansiedade. O simples pensar na situação da qual tem medo traz-lhe ansiedade. E quando é finalmente exposto àquilo de que tem medo, o terror é automático e arrebatador. 

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As Fobias têm Cura

A Auto-ajuda e a psicoterapia são a forma mais certa de superar os seus receios e seguir com a sua vida em frente. 

A fobia é um receio intenso de algo que, na realidade, não implica algum perigo real. As fobias e os medos mais frequentes são a:
  • Espaços fechados,
  • Alturas,
  • Conduzir nas auto-estradas,
  • Insectos voadores,
  • Cobras,
  • Agulhas.

Caracteristicas Principais de uma Fobia

Todas as pessoas têm alguns medos menos racionais. Algumas ficam nervosas quando pensam em agulhas. Outras estremecem quando vêem um rato. Outras ficam com tonturas quando estão no alto de edifícios e olham para baixo. 

Para a maioria das pessoas, estes medos são um problema menor. Mas para algumas pessoas, estes medos são tão severos e agonizantes que lhes causam uma ansiedade terrível, interferindo com a sua vida diária. 

Quando os medos são irracionais e incapacitantes, chamam-se fobias. Se tem um receio de uma coisa ou situação específica e se isso o impede de fazer o que gostaria de fazer na sua vida, fique atento ao que vamos dizer a seguir.


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quarta-feira, 20 de junho de 2012

A capacidade de reduzir rapidamente o stress

Como funcionar correctamente no calor do momento?Desenvolva as suas capacidades de bloquear o stress ao trabalhar nos seguintes passos:
  • Perceber quando está stressado ou emocionalmente alterado - O primeiro passo para reduzir o estado de exaltação é reconhecer o que se está exaltado. Muitos de nós passamos tanto tempo num estado de desequilíbrio que nos esquecemos do que é estar calmo e relaxado.
  • Identificar a sua reacção à exaltação - Todos reagimos de formas diferentes à exaltação. Tem tendência a ficar “perdido” ou deprimido? Fica zangado e agitado? Congela quando sente ansiedade? A melhor forma de se acalmar rapidamente depende na sua reacção específica à exaltação.
  • Recorra aos sentidos para bloquear o estado de exaltação - A melhor forma de reduzir rapidamente a exaltação é prestar atenção ao que os sentidos nos oferecem: visão, audição, olfacto, paladar e toque. Mas cada pessoa reage de forma diferente ao que as sensações recebem, pelo que precisa de encontrar o que lhe é acalmante.


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A capacidade de reduzir rapidamente o stress

A primeira habilidade da inteligência emocional é a habilidade de nos podermos acalmar quando nos sentimos dominados. Conseguir gerir o conflito no momento próprio é a chave da resiliência. Esta habilidade de inteligência emocional ajuda-o a manter-se equilibrado, focado, e controlado, independentemente dos desafios que lhe surjam.                               
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A capacidade de reduzir rapidamente o stress

Quando está sob níveis elevados de stress ou de conflito relacional, o pensamento racional e a elaboração de decisões deixam de existir. A situação de conflito domina a mente e o corpo, tornando-se um obstáculo para a nossa capacidade de "ler" correctamente uma situação, ouvir o que os outros estão a dizer, estar cientes dos nossos próprios sentimentos e necessidades, e comunicar claramente.                               
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Psicoterapia e o caminho para uma melhor inteligência emocional

As competências de inteligência emocional podem ser desenvolvidas no decorrer da sua vida e mais concretamente através da psicoterapia. Aumenta a sua inteligência emocional ao aprender como rapidamente pode reduzir o stress, ligar-se às suas emoções, comunicar de forma não verbal, utilizar o humor e a diversão quando lidar com desafios, e a lidar com os conflitos de forma segura e confiante.

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Como aumentar a Inteligencia Emocional

Para fazer aumentar a sua inteligência emocional deve aprender as seguintes habilidades. Cada uma tem de ser construída a partir da anterior:
 
   Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de rapidamente reduzir o stress.
 
   Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de reconhecer e gerir as suas emoções.
 
   Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de se ligar com os outros utilizando   comunicação não verbal.
 
   Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de utilizar o humor e a diversão para lidar com desafios.
 
   Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de resolver conflitos de forma positiva e com confiança.
 
 

Como aumentar a Inteligência Emocional

A inteligência emocional consiste de cinco habilidades chave, cada uma construída a partir da anterior:
  • A capacidade de reduzir rapidamente o stress.
  • A capacidade de reconhecer e gerir as emoções.
  • A capacidade de se ligar aos outros utilizando comunicação não verbal.
  • A capacidade de utilizar o humor e o divertimento para lidar com desafios.
  • A capacidade de resolver conflitos de forma positiva e com confiança.

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Como aumentar a Inteligência Emocional

A inteligência emocional deve ser aprendida e compreendida ao nível das emoções. Não podemos simplesmente ler sobre inteligência emocional ou dominá-la através da memorização.

A maneira certa para desenvolver a inteligência emocional de forma que produza mudanças, é activar as partes emocionais do cérebro que nos ligam aos outros. Este tipo de aprendizagem é baseado no que vemos, ouvimos e sentimos. A compreensão intelectual é um primeiro passo importante, mas o desenvolvimento da inteligência emocional depende na aprendizagem sensorial e não verbal, e na prática efectuada na vida real.                               

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Como aumentar a Inteligência Emocional

Existe um fosso gigante entre o que entendemos ter de ser feito para mudar a nossa vida e o que fazermos na realidade.

Existem muitas coisas que sabemos e queremos fazer para mudar a vida pessoal e profissional, mas não o fazemos, ou não conseguimos fazer quando somos pressionados para essa mudança.

Esta é a primeira coisa que devemos aprender para desenvolver Inteligência Emocional.                               

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Inteligência Emocional e a Inteligência Intelectual

No entanto, a inteligência intelectual é por norma menos importante que a inteligência emocional ao determinar quão bem sucedidos seremos na nossa vida pessoal e profissional. Todos nós conhecemos pessoas que são academicamente brilhantes mas socialmente inadaptadas e mal sucedidas. Todos sabemos de que nada vale a um gestor de empresas o seu brilhantismo intelectual, a sua capacidade de análise macro e micro sistémica, a sua capacidade de visão estratégica e de mercado, se não conseguir captar e desenvolver a realidade da força de trabalho que são as pessoas que com ele colaboram, desde os seus funcionários, aos clientes até aos fornecedores. Por outro lado, de que vale a excelente capacidade técnica do colaborador de uma empresa se os problemas que tem para resolver implicam a relação com a chefia, com os demais colegas e com os clientes.

O que se salienta é a necessidade de desenvolver a inteligência emocional. Por esse motivo as empresas estão cada vez a dar mais importância a este conceito de inteligência emocional.


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Inteligência Emocional e a Inteligência Intelectual

A maioria de nós aprendeu a não confiar nas nossas próprias emoções. Foi-nos ensinado que as emoções distorcem a informação mais correcta que é fornecida pela racionalidade.

O próprio termo “emocional" passou a significar fraqueza, falta de controlo, e até infantilidade.

"Não sejas criança!", é o que dizem à criança que chora.

"Não sejas infantil! Vê se cresces!", é o que dizem ao adulto emocionalmente mais sensível.

Por outro lado, a nossa capacidade para resolver problemas, utilizar a linguagem e fazer cálculos matemáticos, são medidas nos testes e reveladas nas notas que recebemos. Por fim, estas capacidades intelectuais ditam qual o percurso académico ou profissional que iremos escolher, desde a universidade até ao emprego. As contratações profissionais eram e ainda são muito o resultado deste ponto de vista. A primazia da componente racional sobre a componente emocional.                               

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O que é a Inteligência Emocional

A inteligência emocional consiste em quatro capacidades principais:

  • Auto-consciência - A capacidade de reconhecer as suas próprias emoções e a forma como afectam os seus pensamentos e comportamento, conhecer os seus pontos fortes e as suas fragilidades e ter auto-confiança.
  • Auto-gestão - A capacidade de controlar comportamentos e sentimentos impulsivos, gerir as suas emoções de forma saudável, ter iniciativa, cumprir compromissos e adaptar-se às mudanças das circunstâncias.
  • Consciência social - A capacidade de compreender as emoções, necessidades e preocupações de outras pessoas, captar os sinais emocionais dos outros, sentir-se confortável em situações sociais e reconhecer a dinâmica do poder num grupo ou organização.
  • Gestão de relacionamentos - A capacidade de desenvolver e manter bons relacionamentos, comunicar de forma clara, inspirar e influenciar terceiros, trabalhar bem em equipa e gerir conflitos.


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O que é a Inteligência Emocional

A inteligência emocional é a capacidade de identificar, utilizar, compreender e gerir as suas emoções de forma positiva e construtiva. É reconhecer o seu próprio estado emocional e o estado emocional dos outros. A inteligência emocional é interagir com os outros de forma que faça atrair pessoas.

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A capacidade de reconhecer e gerir as emoções.

Que tipo de relação tem com as suas emoções?
  • Experiencia sentimentos que fluem, encontrando emoção atrás de emoção à medida que as suas experiências mudam de momento a momento?
  • As suas emoções são acompanhadas por sensações físicas que experiencia em zonas como o seu estômago ou peito?
  • Experiencia sentimentos e emoções discretas, como raiva, tristeza, medo, alegria, sendo cada uma das quais evidente em expressões faciais subtis?
  • Consegue experienciar sentimentos intensos que são fortes o suficiente para capturar tanto a sua atenção como a dos outros?
  • Presta atenção às suas emoções? São um factor importante para as suas decisões?
Se alguma destas experiências não lhe for familiar, as suas emoções poderão estar desligadas ou diminuídas. De forma a ser emocionalmente saudável e inteligente, deve voltar a ligar-se com as suas emoções nucleares, aceitá-las e estar mais à vontade com as mesmas.


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A capacidade de reconhecer e gerir as emoções

A segunda capacidade da inteligência emocional é ter uma consciência momento-a-momento das suas emoções e como as mesmas podem influenciar os seus pensamentos e acções. A consciência emocional é a chave para perceber os outros e também para se compreender a si mesmo. Muitas pessoas estão desligadas das suas emoções. Mas apesar de podermos distorcer, negar, ou adormecer os nossos sentimentos, não os podemos eliminar. Ainda lá estão, estejamos ou não conscientes deles. Infelizmente, sem consciência emocional, não conseguimos compreender totalmente as nossas próprias motivações e necessidades, ou comunicar de forma eficaz com os outros.                           
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A capacidade de resolver conflitos de forma positiva e com confiança

Como resolver conflitos de forma que faça crescer a confiança:
  • Estar focado no presente - Quando não nos agarramos a ressentimentos e mágoas do passado, podemos reconhecer a realidade de uma situação actual e visualizá-la como uma nova oportunidade para resolver velhos conflitos e sentimentos.

  • Escolha as suas discussões - As discussões são dispendiosas em termos de energia e tempo, especialmente se as quiser resolver de uma forma positiva. Considere o que é digno de ser discutido e o que não é.

  • Perdoe - Se continuar a ser maltratado e magoado, proteja-se. Mas o comportamento malicioso de alguém está no passado, pelo que se deve lembrar que a resolução de conflitos envolve abdicar da tentação de castigar.

  • Ponha um fim aos conflitos que não podem ser resolvidos - São precisas duas pessoas para manter uma discussão viva. Pode escolher desligar-se de um conflito, mesmo que discorde.


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A capacidade de resolver conflitos de forma positiva e com confiança

O conflito e as desavenças são inevitáveis nos relacionamentos. Duas pessoas não podem ter as mesmas necessidades, opiniões e expectativas. No entanto, isso não é necessariamente mau.

Resolver conflitos de forma saudável e construtiva pode reforçar a confiança entre as pessoas. Quando o conflito não é visto como algo ameaçador ou punitivo, alimenta a liberdade, criatividade e a segurança nos relacionamentos.

Resolver divergências eficazmente é algo que é apoiado pelas quatro habilidades já referidas da inteligência emocional. Quando souber gerir a exaltação, estar presente e consciente emocionalmente, comunicar não verbalmente e utilizar a diversão e o humor, estará melhor equipado para lidar com situações fortemente emocionais e captar e neutralizar diversos assuntos antes que piorem.                               

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A capacidade de utilizar o humor e o divertimento para lidar com desafios

A capacidade de lidar com desafios utilizando o humor e a brincadeira é a quarta habilidade da inteligência emocional. A comunicação lúdica alarga a nossa inteligência emocional e ajuda-nos a:

  • Lidar melhor com dificuldades - Ao permitir-nos lidar com as nossas frustrações e desilusões com novas perspectivas, o riso e a diversão permitem-nos ultrapassar incómodos, fases difíceis e contratempos.

  • Suavizar divergências - Utilizar humor leve pode ajudar-nos a dizer coisas que poderiam, de outra forma, ser difíceis de exprimir sem criar problemas. Relaxar e estimularmo-nos em simultâneo. A comunicação didáctica alivia o cansaço e relaxa os nossos corpos, o que nos permite recarregar baterias e atingir mais objectivos.

  • Ser mais criativo - Quando relaxamos, libertamo-nos de formas rígidas de pensar e de ser, permitindo-nos ser criativos e ver as coisas em novas perspectivas.


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A capacidade de utilizar o humor e o divertimento para lidar com desafios.

O humor, o riso e a brincadeira são antídotos naturais para as dificuldades da vida.

Tornam mais leves os nossos fardos e ajudam-nos a manter as coisas em perspectiva.

Uma boa gargalhada reduz o stress, eleva o estado de espírito e equilibra o nosso sistema nervoso.                               
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A capacidade de se ligar aos outros utilizando comunicação não verbal

Para melhorar a comunicação não verbal preste atenção a:

  • Contacto olhos nos olhos
  • Expressões faciais
  • Tom de voz
  • Postura e gesticulação
  • Toque
  • Timing e ritmo
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A capacidade de se ligar aos outros utilizando comunicação não verbal

Ser um bom comunicador requer muito mais do que capacidades verbais. Por vezes, o que dizemos é menos importante do que a forma como o dizemos ou de outros sinais não verbais que enviamos.

De forma a manter a atenção de outras pessoas e construir uma ligação de confiança, precisamos de estar conscientes das nossas deixas não verbais e estar em controlo das mesmas. Precisamos também de ler e reagir de forma correcta às deixas não verbais que as outras pessoas nos enviam. A comunicação não verbal é uma forma de comunicação sem palavras e é conduzida pelas emoções.

Perguntas como as seguintes: "Estás a ouvir?"; "Compreendes e preocupas-te?".                               
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terça-feira, 12 de junho de 2012

CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO PARA DEPRESSÃO

Período de medo ou desconforto intenso, durante o qual 4 (ou mais) dos seguintes sintomas se desenvolvem abruptamente e atingem o seu pico dentro de 10 minutos:
(1) palpitações, batimentos cardíacos ou ritmo cardíaco acelerado;
(2) suores;
(3) estremecimentos ou tremores;
(4) dificuldades em respirar;
(5) sensação de sufoco;
(6) desconforto ou dor no peito;
(7) náuseas ou mal-estar abdominal;
(8) sensação de tontura, de desequilíbrio, de cabeça oca ou de desmaio;
(9) desrealização (sensações de irrealidade) ou despersonalização (sentir-se desligado de si próprio);
(10) medo de perder o controlo ou de enlouquecer;
(11) medo de morrer;
(12) parestesias (entorpecimento ou formigueiros);
(13) sensação de frio ou de calor.                         

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Depressão: Sinais e Sintomas

A Depressão pode ser identificada por:                       
  • Auto-Critica e Culpabilização – O que torna por vezes a Depressão mais resistente é o sentimento de inutilidade, culpa e critica a si mesmo perante a própria falta de energia, de concentração e de incapacidade para dar a volta ao estado depressivo.
  • Aumento de Dores Físicas – Verifica-se muitas vezes a permanência de dores de cabeça, nas costas, dores musculares e dor de estômago.

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